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Calculadora de Custo de Funcionário CLT 2026

Calcule quanto um funcionário CLT custa de verdade para a empresa por mês, incluindo FGTS, provisão de 13º e férias, e encargos patronais.

Atualizado em 27/08/2026

Custo mensal total do funcionário

R$ 4.323,33

FGTS (8%)

R$ 240,00

Provisão de 13º

R$ 250,00

Provisão de férias + 1/3

R$ 333,33

Encargos patronais

R$ 0,00

Multiplicador sobre o salário

1,44×

Contratar um funcionário CLT custa mais do que o salário bruto combinado no contrato. Esta calculadora soma o FGTS, a provisão mensal de 13º e férias, e os encargos patronais sobre a folha, para estimar o custo real mensal de um funcionário para a empresa.

Como o cálculo funciona

  1. FGTS = salário bruto × 8%, depositado todo mês.
  2. Provisão de 13º = salário bruto ÷ 12 — o 13º é pago em dezembro, mas representa esse custo médio mensal ao longo do ano.
  3. Provisão de férias = (salário bruto × 4/3) ÷ 12 — já incluindo o 1/3 constitucional, mesma lógica da calculadora de férias.
  4. Encargos patronais = salário bruto × percentual informado (varia por regime tributário — veja o FAQ).
  5. Custo mensal total = salário bruto + FGTS + provisão de 13º + provisão de férias + encargos patronais + benefícios mensais (vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde, etc.).

Exemplo prático de cálculo

Considere um salário bruto de R$ 3.000,00, encargos patronais de 26,8% (valor comumente citado para empresas no Lucro Presumido/Real, fora do Simples Nacional — confirme o percentual real da sua empresa) e R$ 500,00 de benefícios mensais:

  1. FGTS = 3.000 × 0,08 = R$ 240,00.
  2. Provisão de 13º = 3.000 ÷ 12 = R$ 250,00.
  3. Provisão de férias + 1/3 = (3.000 × 4/3) ÷ 12 ≈ R$ 333,33.
  4. Encargos patronais = 3.000 × 0,268 = R$ 804,00.
  5. Custo mensal total = 3.000 + 240 + 250 + 333,33 + 804 + 500 ≈ R$ 5.127,33.
  6. Multiplicador: 5.127,33 ÷ 3.000 ≈ 1,71× — o custo real é cerca de 71% maior que o salário bruto contratual, nesse cenário.

O que essa simulação não inclui

O percentual de encargos patronais precisa ser informado por você, porque varia conforme o regime tributário e o CNAE da empresa (RAT) — não existe um percentual único válido para todas as empresas brasileiras. Também não modela o custo de rescisão (multa de 40% do FGTS, aviso prévio), que é um custo pontual, não mensal recorrente — para isso, veja a calculadora de Rescisão CLT.

Os resultados são estimativas e não substituem uma análise de um contador ou profissional de recursos humanos.

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Perguntas frequentes

Por que o salário que aparece no contrato não é o custo real para a empresa?

Porque, além do salário bruto, a empresa é obrigada a depositar FGTS todo mês e a reservar (provisionar) o valor do 13º salário e das férias + 1/3, que são pagos em datas específicas mas representam um custo contínuo ao longo do ano. Dependendo do regime tributário, também há encargos patronais sobre a folha de pagamento. Somando tudo, o custo mensal médio costuma ficar bem acima do salário bruto contratual.

Por que o percentual de encargos patronais não vem preenchido por padrão?

Porque varia muito conforme o regime tributário da empresa. No Simples Nacional, boa parte dos encargos patronais (INSS patronal, por exemplo) já está incluída na alíquota única do DAS, então o percentual adicional pode ser próximo de zero. Em Lucro Presumido ou Lucro Real, a empresa paga INSS patronal, RAT (que varia por CNAE/grau de risco) e contribuições a terceiros separadamente, somando um percentual bem mais alto. Confirme o percentual correto do seu regime com um contador antes de decidir uma contratação.

O que significa o 'multiplicador sobre o salário' no resultado?

É quantas vezes o custo mensal total representa em relação ao salário bruto — por exemplo, um multiplicador de 1,70× significa que o custo real é 70% maior que o salário contratual. É um jeito rápido de comparar propostas de salários diferentes pelo custo real, não só pelo valor bruto.

Essa calculadora serve para comparar com contratar como PJ?

Use o resultado desta calculadora junto com a calculadora de PJ ou CLT, que compara os dois cenários do ponto de vista do trabalhador — aqui o foco é o custo do lado do empregador.

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